sábado, 29 de agosto de 2015

É DIFÍCIL DAR CONTA DISTO!

Mateus 18:
15 Se teu irmão pecar, vai repreendê-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhado terás teu irmão;
16 mas se não te ouvir, leva ainda contigo uma ou duas pessoas, para que por boca de duas ou três testemunhas toda a questão fique decidida.
17 Se ele recusar ouvi-los, dize-o à igreja; e se também recusar ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano.
 (Orientações de Jesus.)




- Um galo velho chegou pro frango novo e reclamou com ele até, acerca daquela velha galinha. Porque, ela era isto e aquilo, ele não gostava dela por isto e por aquilo...
- O problema é que nós adoramos anotar e falar dos defeitos alheios, mas não paramos para refletir se não somos portadores de defeitos equivalentes ou até piores...
- Pois é, aconteceu que, chegando certo dia, o velho galo teve alguns "entreveros" com o frango por questões de domínio territorial do galinheiro. 
- A partir deste dia, não sendo cabra macho para enfrentar suas dificuldades íntimas, o galo velho passou a evitar o frango. Obviamente, como bom humano que era, passou a jogar a culpa de tudo em cima das costas do frango. Porque assim caminha a humanidade... enquanto ela não crescer e virar gente!
- Pois bem, sem a devida coragem e hombridade para enfrentar e esclarecer a situação, passou a não só alimentar mágoas, vergonha, mas também a evitar o frango. E aí vem o pior.
- Em um certo momento, os dois se aproximaram, em razão de circunstâncias fortuitas além dos domínios de um ou de outro. Para o frango, com a consciência tranquila, ficou na dele, sem maiores problemas. Entretanto, para o galo velho, com vastos e complexos problemas íntimos, a sua consciência não se encontrava em paz. E para evitar uma aproximação maior do frango, o que ele fez?
- Naquela circunstância casual, estava ciscando por ali a galinha velha. E o que o velho galo fez então? Aproximou-se dela, através de uma desculpa esfarrapada qualquer, e, passou a cochichar em seu ouvido, como se houvessem coisas muito importantes entre eles ou como se fossem, realmente, amigos de longa data.
- Através desta sórdida manobra, o velho galo encontrou a maneira de se afastar do ambiente e de si mesmo! Tudo isto para não se deixar que outrem o visse! Que triste e desagradável ilusão! A Vida não funciona assim....
- No entanto, pessoal, os problemas mal resolvidos ou não resolvidos nos encontraram logo mais e mais à frente, hoje ou amanhã! Esta é a Lei da Vida. E o tempo e o momento somos nós que vamos ditando, porém, dentro de certas medidas e contingências, porque, acima de nós está a Vida que nos vê, nos rege e determina a sentença final.

terça-feira, 26 de maio de 2015

ONDE ESTÁ A ÉTICA?

Caríssimos e caríssimas,

Gostaríamos de iniciar este texto com  as seguintes 
reflexões:

Qualquer ato ou atitude discriminatória é violenta e agressiva por natureza.

Muitas pessoas se permitem serem usadas a tal ponto que no final das contas você não sabe quem usa quem.


Nesta hora negra que se abate sobre o planeta, as frases acima deveriam tocar todos os corações levando-nos às mais profundas reflexões...  Quais são as posturas de cada um de nós, perante o que presenciamos no dia a dia? 

Não adianta falarmos da corrupção alheia se nas pequeninas coisas do meu ramerrão (rotina) também ajo corruptivamente (*). Que diferença faço?
Pois se amardes aos que vos amam, que recompensa tendes? não fazem os publicanos também o mesmo? Se saudardes somente aos vossos irmãos, que fazeis de especial? não fazem os gentios também o mesmo? - Jesus, Mateus 5:46-47
Por conseguinte, o exemplo começa a partir de nossa casa íntima, pessoal e intransferível. Não é suficiente acharmo-nos portadores de moral elevada. Não basta considerarmo-nos Cristãos... Tudo isto tem de irradiar de nós, em nossas atitudes, atos, comportamentos e ações.

Se diante destas palavras ainda não ficou muito claro, então os convidamos a meditar nas palavras que se seguem.

A humanidade mergulha na noite escura da Kali Yuga (*), a idade da trevas, ou a idade em que os valores morais são pisoteados e jogados no monturo (lixo); onde a vida passa nada valer. É o império da carne, do delírio, da busca aos mais variados prazeres, desmedidos ou não, mas, muitas vezes, a qualquer preço! 

Enquanto isto, os valores do Espírito sucumbem, por ser considerados fora de questão, distantes de nossa realidade. Diante disto, nos tempos que correm, calorosos e apressados, os valores éticos são subvertidos ou permanecem como que inexistentes. E, consequentemente, o indecoro lastreia todos os campos, áreas e circunstâncias.

No entanto, onde estamos nós outros? De nossa parte, o que estamos fazendo? Quais são nossas posturas e comportamentos, diante daquilo que presenciamos? Estas e muitas outras perguntas deveríamos fazer-nos em atitude reflexiva.

Não podemos cruzar os braços à espera de um salvador. Não existem salvadores da pátria nos moldes que esperamos. No fundo, estamos quais os Judeus de outrora à espera de um Messias. E Ele veio e eles não o reconheceram. Assim, somos nós! E a nossa tendência é esmagar àqueles que procuram abrir nossos olhos, chamar a nossa atenção. Ainda permanecemos crianças birrentas que queremos tudo aos nossos moldes, sob as nossas condições e perspectivas!

E o Messias veio e eles o destroçaram. No entanto, matar o corpo não destrói o ser. Este é imortal. E os que souberam ver e ouvir são felizes, pois foram e serão salvos. Ou melhor, se salvarão! Consequentemente, o constructor salvatório está nas mãos de cada um de nós.

Entretanto, indo na contramão da realidade, muitos, mas não todos, pensa que frequentar "clubes" religiosos ou filosóficos é suficiente, lhes resolverão os problemas, as questões mais íntimas. Por consequência, observamos multidões trazendo o nome de Jesus nos lábios, porém seus corações - atitudes e comportamentos - andam muito longe Dele. Com isto de que adianta?

    "Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira". - Jesus, João 8:44.
Então, podemos observar todas estas coisas e muito mais em nosso dia a dia, nos menores gestos, comportamentos e situações; onde tudo passa a ser normal. O que é que tem? Todo mundo faz? E vai por aí afora...

Doce e amarga ilusão. Parece contraditório, mas não é!

"Tomei o livrinho da mão do anjo, e o comi; e na minha boca era doce como mel; mas depois que o comi, o meu ventre ficou amargo como fel." - Apocalipse 10:10.
Assim também nós. Nesta hora, habitantes do campo das carnes, os atos, comportamentos, atitudes e etc. são doces em nossa boca (hora em que os praticamos). Exaurimos prazer, nos rejubilamos e nos refestelamos... No entanto, no amanhã, ao abandonarmos a veste de carne, ao nos despirmos dos véus das ilusões, estes mesmos atos e etc. se tornarão amargos em nossa consciência. E o preço se revelará por demasia alto. Entretanto, outro jeito não há, exceto arcarmos com as devidas e inevitáveis consequências (responsabilidades)...

Por isto mesmo, sou daqueles que advogam o ensino da filosofia desde os anos iniciais do colégio, para que nossos jovens sejam forjados com valores éticos e morais melhores. Visando contribuirmos com a construção de uma sociedade futura mais justa, mais harmônica, mais equilibrada e com melhor qualidade de vida.

Quanto à nossa geração e as gerações que surgem no palco do mundo na atualidade já estão corrompidas com valores pervertidos ou portando valor nenhum. São gerações que irão experimentar a dor e o sofrimento nos mais variados graus e limites.

A árvore já se encontra com muitas raízes podres. E não há recuperação sem dor, sem lágrimas. As mudanças requerem lutas, enfrentamos, conflitos... A começar de nós mesmos, a partir de onde poderá se irradiar para o mundo externo e além de nós!

Apenas aqueles que lutam contra si mesmos para implantarem valores melhores em sua intimidade, laboram dentro de uma ética mais sana, de uma moral mais elevada. Portanto, estes lutam e se esforçam para não serem omissos diante daquilo que presenciam e que está ao seu alcance algo fazer em contrário ao status quo imperativo e reinante nas sociedades modernas do hoje.

Por exemplo, se somos omissos, nos vendemos à situação, circunstâncias e etc. Por conseguinte, a partir deste momento, não podemos mais advogar o direito de reclamar. Ao invés disto, deveríamos nos perguntar: Por que nos calamos? Por que aceitamos o que aceitamos? Afinal, qual é o nosso preço? Se outro te deu valor tão baixo, por que você aceitou o estipêndio que lhe foi estipulado? Na essência, cada um de nós é que arbitrarmos o próprio preço (valor).

Isto me faz lembrar o telegrama do prefeito da cidade de São Borges/RS, nomeado por Getúlio Vargas para o cargo, dirigido ao mesmo: "Presidente, preciso da vossa ajuda. Cada homem tem seu preço e eles estão chegando no meu!"

A grande questão é que não levamos em conta que  a vida não termina no túmulo. A nossa consciência prossegue além. E ali, no outro lado do véu, daremos conta, perante nós mesmos, daquilo que fizemos ou que deixamos de fazer. Quais foram nossas conquistas? No que melhoramos? Quais foram os legados (exemplos) que deixamos no palco do mundo, na maioria das vezes, para alguns poucos?

A estas e a muitas outras perguntas, teremos de prestar os devidos esclarecimentos. Nesta hora, muitos buscam as Trevas Exteriores, onde há choro e ranger de dentes, conforme assevera Jesus, numa tentativa inútil de fuga de nossa própria realidade íntima. Não é que busquemos o Inferno. O problema é que não podemos ou não suportamos encarar o Céu.

Por conseguinte, felizes são aqueles que conseguem encarar suas próprias dificuldades íntimas (vilanias). Estes sairão vitoriosos, por conquistarem a si mesmos! Receberão o galardão da glória!

"Tenho-vos dito estas coisas, para que com minhas orientações e exemplos tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." - Jesus, João 16:33.
Se o Mestre conseguiu vencer o mundo, nós outros também poderemos fazê-lo. Estejamos atentos e busquemos os justos valores. Nunca esqueçamos: Podemos conseguir fugir de todos e de tudo, porém, jamais, conseguiremos fugir de nós mesmos!

Vamos pensar!




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O QUE É CORRUPÇÃO?  http://www.significados.com.br/corrupcao/

KALI YUGA: http://pt.wikipedia.org/wiki/Kali_Yuga

O QUE É ÉTICA

Ética é o nome dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A palavra ética é derivada do grego, e significa aquilo que pertence ao caráter.

Num sentido menos filosófico e mais prático podemos compreender um pouco melhor esse conceito examinando certas condutas do nosso dia a dia, quando nos referimos por exemplo, ao comportamento de alguns profissionais tais como um médico, jornalista, advogado, empresário, um político e até mesmo um professor. Para estes casos, é bastante comum ouvir expressões como: ética médica, ética jornalística, ética empresarial e ética pública.

A ética pode ser confundida com lei, embora que, com certa frequência a lei tenha como base princípios éticos. Porém, diferente da lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos a cumprir as normas éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência a estas; mas a lei pode ser omissa quanto a questões abrangidas pela ética.

A ética abrange uma vasta área, podendo ser aplicada à vertente profissional. Existem códigos de ética profissional, que indicam como um indivíduo deve se comportar no âmbito da sua profissão. A ética e a cidadania são dois dos conceitos que constituem a base de uma sociedade próspera.

ÉTICA E MORAL

Ética e moral são temas relacionados, mas são diferentes, porque moral se fundamenta na obediência a normas, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos e a ética, busca fundamentar o modo de viver pelo pensamento humano.

Na filosofia, a ética não se resume à moral, que geralmente é entendida como costume, ou hábito, mas busca a fundamentação teórica para encontrar o melhor modo de viver; a busca do melhor estilo de vida. A ética abrange diversos campos, como antropologia, psicologia, sociologia, economia, pedagogia, política, e até mesmo educação física e dietética.

(Texto encontrado em http://www.significados.com.br/etica/, sitio visitado em 17/05/2015.)


quarta-feira, 20 de maio de 2015

COLAPSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA

Passo a passo as sociedades do mundo vão entrando em colapso e, em razão desta contingência, vão arrastando, atrás de si, a Natureza e todos os demais ecossistemas que compõem o nosso planeta e sistemas que formam as sociedades humanas em particular.

Entretanto, não falemos de "mundo". Fiquemos restritos às vicissitudes de nosso país. E dentro deste contexto, é triste e lamentável observar os rumos para os quais estamos nos encaminhando bem rapidamente.

Dentro em breve estaremos sofrendo novo peso advindo do aumento da carga tributária em nosso país, como se esta já não fosse uma das maiores do mundo. Alguns destes ônus extras já bateram à nossa porta, tal como o aumento das alíquotas do IRPF. Entretanto, contrapondo todos as medidas aventadas, a problemática brasileira se torna cada vez mais insolúvel, uma vez que o mal real não querem atacá-lo, ou, até mesmo, admiti-lo: A CORRUPÇÃO.

Ao invés disto, se atribui a culpa a qualquer "coisa" que passe pela frente: Funcionalismo, tamanho da máquina administrativa e vai por aí em uma enxurrada inenarrável de vilanias arbitrárias...

Enquanto a Terra continua em seu girar eterno, a sociedade brasileira se submerge em um mar de corrupção tão grande e vasto que é muito difícil divisar alguma terra firma nesse vasto charco de lama e podridão de consequente e fatal destruição.

Os políticos, de ponta a ponta de sua imponente estrutura hierarquia, envolvidos com inescrupulosas empresas, indivíduos e sistemas, mormente os financeiros e outros tantos, estão levando o país ao naufrágio irreversível, à bancarrota total. E o pior, eles não estão nem aí para quem quer que seja, desde que saiam milionários na resultante final do processo. E tal fato ocorre na mentalidade destes indivíduos ambiciosos porque seus olhares se voltam para fora do país, tendo tais lugares como portos de escape e de sobrevivência para suas insanidades monstruosas.

E esta mentalidade infeliz perpassa pela história de nosso povo e de nosso país desde sua fundação. Diante deste contexto irremediável, após a derrocada da sociedade que arrastará atrás de si tudo o mais, seus cidadãos se encontrarão a ver navios em um mar de escombros, dor e destruição. É o preço da insensatez, da invigilância de muitos, o cruzar de braços de outros tantos, permitindo que homens perversos, corruptos, desassisados e doentios detenham em mãos os seus destinos.

Consequentemente, contratos milionários, em todos os setores governamentais, desde a faxina corriqueira, às construções monumentais ou não, às prestações de serviços, em toda e qualquer área, desde sistemas de informação a outros tantos... O envio de estipêndios absurdos para o exterior e a movimentação do mesmo dentro de nosso próprio país, usando-se de expedientes diversos, tais como cuecas, calcinhas, meias, malas e doleiros. Raríssimos são os que conseguem 
fazer uma mínima ideia da dimensão corruptiva que se instalou desde as entranhas de nossa sociedade.

Seremos esmagados. É fato que se vai delineando pouco a pouco no cenário brasileiro (e mundial até), emerge como coisa consumada. E esta realidade, simplesmente, é pura questão de tempo. E enquanto isto o gigante que se acreditava acordado, ronca a plenos pulmões. No fundo, no fundo quando acordamos e nos atentarmos em fazer algo será tarde demais. Assim, vivenciaram as sociedades humanas de todas as épocas!

É uma pena. É lastimável ver um país com tão grandes possibilidades, jogar na miséria tantos milhões de cidadãos que advém de um passado culposo e que agora estão a resgatar a duras penas seus erros transatos!

No entanto, se tiveres olhos e ouvir de ver e entender compreenderá:

Ai do mundo por causa dos escândalos! porque é necessário que apareçam escândalos; mas ai do homem por quem vem o escândalo! (Jesus, Mateus 18:7.)

segunda-feira, 27 de abril de 2015

AMIGOS DE VERDADE

Considero amigo de verdade somente aqueles que detém a liberdade de falar comigo qualquer coisa acerca de minha pessoa ou sobre o meu modo de ser.

Se alguém não se sente à vontade para falar conosco, seja sobre nossas atitudes, nossos conceitos, condutas, comportamentos, ideias ou para nos chamar à atenção... E se, por outro lado, não conseguem, igualmente, falar conosco de si mesmos ou sobre si, então, tais pessoas não são AMIGOS DE VERDADE. 

Do mesmo modo, devemos ter a liberdade de lhes falar qualquer coisa. Se não nos sentimos bem ou se ficamos constrangidos, inquietos, seja porque motivo for, em sermos honestos e sinceros com referidas pessoas... Nesse caso, também não estaremos na pauta de verdadeiros amigos.

Amigos de verdade são aqueles com os quais nos relacionamos de igual para igual. Com os quais temos a liberdade de falar e de ouvir... Com os quais não nos omitiremos por conveniências sociais ou afetivas... Não importa se estão ao nosso lado, se são nossos parentes, irmãos, se estão distantes, se somos casados com eles e etc..

Consideramos que quando nos chamam a atenção é buscando/visando o nosso melhor. Isto é, se estamos fazendo algo de errado ou de inadequado e se alguém fala conosco é porque quer nos ajudar. E, dentro deste contexto, mesmo que este alguém não seja nosso amigo de verdade, terá nos ajudado.

Convenhamos, a verdade doí. E não é nada agradável ouvir certas coisas, mesmo que seja para o nosso bem. Entretanto, isto acontece assim porque desde pequenos somos educados para mentir e disfarçarmos (o que é outra mentira). Verdade, verdadeira! Aceitemos ou não, é fato! Os nossos pais e educadores nos ensinam aparentemente a sermos corretos, sinceros e honestos. Porém, sub-repticiamente, talvez até de modo inconsciente, somos educados para o contrário. 

A criança observa e detecta isto (a realidade, os fatos) em todos à sua volta. Tanto em família quanto na sociedade... E, assim, cá nos encontramos nós, tendo dificuldades enormes em sermos sinceros e honestos - emocionalmente - uns com os outros.

Por conseguinte, seja por qual motivo (isto não importa muito), se uma dada pessoa, mesmo que ela se posicione como nosso inimigo ou adversário, ou queira, simplesmente, nos prejudicar de algum modo e por qualquer motivo, ao falar conosco, ela estará nos ajudando. Através de suas palavras ou com base no que ouvirmos, poderemos crescer ou nos esforçarmos para tal. Poderemos tirar do episódio possibilidades e oportunidades para aprendermos e para amadurecermos como seres humanos, como pessoas, como espíritos imortais que somos verdadeiramente e etc..

Daí, muitos inimigos acabam transformados (para infelicidade e desgraça deles) em nossos verdadeiros amigos. Pois estes nos falam sem piedade de nossos defeitos e falhas... Enquanto, muitos que estão na condição de amigos se calam, silenciam... Enquanto os nossos adversários e desafetos (não os falsos, claro!, pois se temos amigos falsos, também teremos falsos inimigos) ao lançarem em nossas faces o seu azedume, a sua ira, se temos maturidade suficiente, poderemos crescer e nos transformarmos em pessoas melhores, consequentemente, mais evoluídas. E mais libertas das teias da materialidade e da ignorância!

Ah, quem dera a humanidade pudesse viver de modo honesto e sincero uns com os outros. Em pouco tempo alcançaríamos um patamar de desenvolvimento e evolução jamais pensado. Pouco sonhado!

A desonestidade, o tentar agradar uns aos outros etc. etc. etc. devido às nossas deficiências de caráter, de moral, éticas e, mesmo, em razão das nossas carências emocionais/afetivas (infantilidade) que portamos, atravancam o nosso progresso como pessoas, como seres humanos que somos (e olha que muitos e muitas vezes chegamos a duvidar disto). Em essência,  somos seres espirituais e somos filhos de um Criador Todo Amor e Justiça (não importando o nome que lhe damos), entretanto falta-nos vivermos como tal.

Observando... Concluímos... Ainda temos muito a percorrer, há muito para aprendermos, há muito para crescermos como pessoas e como espíritos imortais. Somos infantis e muitos dentre nós ainda se encontram nas tabas e ocas primitivas, falando em termos emocionais e mentais.

Existem muitos brutos entre nós que não estão matando e destroçando tudo o que se encontra à sua volta, simplesmente, devido ao medo dos "agentes" reguladores das sociedades humanas. Porém, sempre acontece que alguns vencendo este temor primevo, de certa forma, até estribados ao não verem as consequências das ações de determinados indivíduos e grupos que se colocam acima da Lei e da Justiça, acabam quebrando as correntes que os continham e liberam suas atitudes, comportamentos e ações destrutivas, e, deste modo, terminam machucando, ou trazendo danos e prejuízos (em qualquer terreno: emocional, mental, físico, econômico, financeiro etc.) ao seu próximo, aos que estão à sua volta, ou à sociedade na qual se encontram inseridos 
transitoriamente (sim, momentaneamente, pois quase tudo na vida é passageiro, inclusive a vida física!).

Vamos refletir. Vamos pensar. Vale mesmo a pena sacrificar aquilo que é perene em função/razão daquilo que é temporário, passageiro e permanecerá para trás, esquecidos, sucumbidos ou destroçados na poeira dos tempos e dos mundos?!

Desta vida unicamente o que levamos são os conhecimentos adquiridos, as conquistas íntimas realizadas e as afeições sinceras que tivermos construído. O restante desmoronará. Ruirá! Tal como as civilizações e quaisquer outras conquistas passageiras que a humanidade conseguiu ao longo e em qualquer tempo de sua história...

Onde está a Roma dos Césares, os construtores das pirâmides e todo o resto? Já existiu grandes civilizações por sobre a Terra, algumas delas a maioria dos povos de hoje nem nunca ouviram falar; de outras, restaram apenas vestígios, escombros... indícios de uma existência duvidosa... Seja de um modo ou outro, onde estão suas conquistas e suas glórias?

O mesmo ocorre com os indivíduos...

O tempo é implacável. A evolução é irrefreável... Estrelas também morrem. Planetas são destruídos... A galáxia, cresce, evolui e se transforma... Com ela seres, mundos e estrelas serão - irremediavelmente - convocados ao progresso. Os que vão de bom grado vivem felizes, os que resistem sofrem grandes percalços e contratempos... é a aprendizagem através da dor e do sofrimento. 

Assim, não se assustem com as "problemáticas" que campeiam no mundo e nem com tanta dor e miséria, social e individual, que vergastam/fustigam os indivíduos, as sociedades e o planeta de canto a canto. Tudo está na pauta da Lei. Afinal, o Regente Supremo é uma Consciência Justa e Amorável. Não há como enganá-La, não há como suborná-La...  A Lei de Ação e Reação é indefectível e imperturbável. Compreendes isto?!

Pense acerca de tudo isto!





terça-feira, 7 de abril de 2015

PERDÃO

A imagem acima (ou ao lado) já diz tudo. Portanto, deveria ser suficiente. Não precisaríamos acrescentar mais nada. Porém, como as nossas dificuldades são imensas... Como temos muitas resistências em aceitar... Como desprezamos pensar, meditar e refletir... Acrescentaremos um pouco mais...

Diz-nos Paulo, dentre outras coisas, sobre o PERDÃO, em uma comunicação datada de 1861, recebida na cidade de Lyon, França, o seguinte: "Há, porém, duas maneiras bem diferentes de perdoar: há o perdão dos lábios e o perdão do coração. Muitas pessoas dizem, com referência ao seu adversário: “Eu lhe perdoo”, mas, interiormente, alegram-se com o mal que lhe advém, comentando que ele tem o que merece. Quantos não dizem: “Perdoo” e acrescentam: “mas não me reconciliarei nunca; não quero tornar a vê-lo em toda a minha vida.” Será esse o perdão, segundo o Evangelho? Não; o perdão verdadeiro, o perdão cristão é aquele que lança um véu sobre o passado; esse o único que vos será levado em conta, visto que Deus não se satisfaz com as aparências. Ele sonda o recesso do coração e os mais secretos pensamentos. Ninguém se lhe impõe por meio de vãs palavras e de simulacros. O esquecimento completo e absoluto das ofensas é peculiar às grandes almas; o rancor é sempre sinal de baixeza e de inferioridade. Não olvideis que o verdadeiro perdão se reconhece muito mais pelos atos do que pelas palavras. – Paulo, apóstolo."

Nós conhecemos e exercitamos bastante o perdão dos lábios, entretanto o perdão do coração é algo bem, mas bem mais difícil. Não basta falar... não basta afirmar... não basta pensar... não basta achar... É algo que deverá ser sentido até às entranhas de nossa Alma e Coração para que o perdão se configure em "algo" agradável ao Senhor da Vida. Podemos nos enganar, podemos enganar o mundo, porém não temos como enganar o Criador ou a nossa própria Consciência. Apesar de que podemos narcotizar a nossa Consciência por mais ou menos tempo, porém não eternamente. E óbvio, tudo isto tem um preço. Porém, não estávamos falando disto...

Se o perdão é "algo" que "lança um véu sobre o passado", significará que a partir deste momento passarei a ter a mais absoluta confiança no outro. Caso contrário, meu perdão foi a "meias". E se foi pela metade, não foi perdão. Não terei perdoado... Não perdoei... Foi um perdão dos lábios...

Perdoar é amar, assim como amar é perdoar. E se não existe confiança, não existe também amor. E se não existe amor, não houve perdão. Deste modo, para que o perdão exista, ele necessita e deve ser INCONDICIONAL. Qualquer condicionalidade, matará o perdão!

Nós, os seres humanos, dizemos muitas coisas, mas entendemos pouco e vivenciamos menos ainda. Buda já nos alertava para os perigos de nosso desequilíbrio... Vivemos nas extremidades. Temos muitas dificuldades de viver o caminho do meio, isto é, do equilíbrio. Em outras palavras, falamos muito, mas vivemos muito pouco do que falamos. Também não gostamos muito de refletir. Pensar nos dói a cabeça!

E devido a estes e muitos outros motivos, o perdão cristão é algo desconhecido para a maioria de nós. No entanto, isto não é motivo ou justificativa para que desistamos de lutar para alcança-lo um dia... Assim, avante pois!!!

"É forçoso reconhecer que o perdão exige operações profundas nas estruturas da consciência. - Emmanuel in Abençoa Sempre."


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

AS COBRAS E O SER HUMANO


"Cobra" é uma denominação genérica, utilizada frequentemente na língua portuguesa como sinônimo para serpente. A maior parte das cobras põe ovos e a maior parte destas os abandona pouco depois da oviposição. No entanto, recentemente, foi confirmado que várias espécies de cobras desenvolvem os seus descendentes completamente dentro de si, nutrindo-os através de uma placenta e um saco amniótico. 

Humano (conhecido taxonomicamente como Homo sapiens, do latim "homem sábio", e também chamado de pessoa, gente ou homem) é a única espécie animal de primata bípede do gênero Homo ainda viva. Os membros dessa espécie têm um cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades como o raciocínio abstrato, a linguagem, a introspecção e a resolução de problemas. E outros processos de pensamento de alto nível, como a autoconsciência, a racionalidade e a sapiência, são considerados características que definem uma "pessoa".

Por ser o ápice da criação, a nível de Terra, podemos fazer algumas "correlações" entre a espécie humana com os diversos seres dos demais reinos que compõem a estratificação ontogônica do planeta Terra ou Tiamath, conforme é designada por alguns dos Filhos das Estrelas. Mas, isto é outra história.

Logo, sob este aspecto, existem as "pessoas cobras". São "pessoas" venenosas que inoculam os desavisados e distraídos com os vírus da antipatia, do antagonismo, da desconfiança, da descrença, da desilusão e de tantos outros males que perturbam e molestam os seres humanos. Para cada vírus, gestado e alimentado pelo ser, um veneno diferente, sendo referido veneno o meio (o liquido amniótico) em que estes assentam sua existência e sobrevivência.

Porém, para que um deles, ou vários desta diversidade viral, atuem no cosmos de alguém, referida pessoa deverá estar com o seu sistema imunológico em baixa ou aberto. Sim, por exemplo, são pessoas que aceitam tudo o que lhes é dito sem passarem o que recebem pelo crivo da razão, do bom senso, da lógica, da caridade cristã e etc. Diante disto, desavisados e desatentos, apesar de se dizerem Cristãs, não põem em prática os ensinamentos de Jesus, tal como o "orai e vigiai, para não cairdes em tentação", conseguintemente, dão vastos pastos ao Mal.

Mal, sim, pois tais atitudes não se coadunam com as linhas do Bem. Se ouvimos uma maledicência sobre alguém, sejam as informações verdadeiras ou não, cabe a mim, como receptor de triste "mensagem", ser o ponto final da mesma. Abrindo mão de continuar "irradiando-a" (transmissão contagiosa de polaridade negativa) aos outros, estarei trabalhando com Jesus para um Bem Maior. Exceto, se aquilo que o outro faz, esteja trazendo prejuízo a outrem ou à coletividade. Neste caso, devo trabalhar para a solução dos problemas, todavia, jamais para acumular (ou, como se diz, jogar) mais lenha na fogueira.

Se eu não vou contribuir para o Bem geral, então devo calar-me! Fazer silêncio! Consequentemente, sejamos nós o ponto final dos "venenos" que nos chegam através dos olhos, dos ouvidos ou dos vários outros órgãos perceptivos que temos. Até mesmo porque, na medida em que alimentamos ou cultivamos os "venenos" recebidos, também nos convertemos em "cobras" humanas, passando a determos potencial para contagiarmos outras e mais outras pessoas, ou seja, a humanidade. 

E por humanidade não nos referimos apenas à que está revestida de (ou possui) um corpo de carne, líquidos e ossos. Conforme já deixamos antever, para os mais atentos, nestas parcas linhas, o caso se reveste de maior gravidade do que o exposto, por vivermos imersos em um Universo multidimensional. Ou seja, existem muitas dimensões. E estas outras dimensões também são habitadas por seres pensantes e atuantes como nós mesmos, apenas se encontram revestidos de corpos com uma constituição diversa, um tanto quanto, diferenciada da nossa. Porém, isto não significa ou é impedimento para que não interatuemos com eles ou junto deles. A nossa falta de percepção ou de consciência dos fatos, deve-se a que a maioria destas interações ficam "desapercebidas", ocorrendo no campo da inconsciência ou subconsciência, para a grande maioria de nós outros.

Mas, seja como for, na medida que vamos nos alinhando a certas condutas e comportamentos, vamos atraindo seres correspondentes (correlatos) que passam a se consorciarem conosco, por se encontrarem na mesma faixa de sintonia e vida. E, com isto, vamos complicando nosso ecossistema. Sim, somos um "ecossistema" formado de diversos microcosmos, tais como: O organismo físico, o emocional, o mental, o consciencial, o espiritual e et cetera. Daí a multiplicidade de doenças e complilcações, nestes diversos organismos, com as quais a ciência, a medicina e as religiões se veem a braços.

Por conseguinte, observando as variedades de espécies de cobras existentes no mundo físico, na Natureza, podemos ver a correlação com diversos tipos de pessoas e seus comportamentos infelizes. E como o Universo é regido pela Lei de Causa e Efeito, todo produto, subproduto ou resultado infeliz decorrente destes fatores, nos vinculam ao Mal, inapelavelmente. E, neste contexto, não adianta as argumentações e justificativas sofísticas que buscamos promulgar em nosso favor ou não necessariamente!

Até mesmo porque, seria de se perguntar, nós temos "consciência" suficiente para sabermos definir e distinguir se o prazer e etc. que estamos obtendo (colhendo) com tal ou qual ato, atitude, comportamento, sentimento, pensamento e etc. está nos vinculando ou não ao Mal? Se nos comprazemos "naquilo", a nossa tendência inconfessável é de defender a "infelicidade", promovida e sustentada por nós, como felicidade! Em um processo de autoengano e autoilusão!

Por isto...

Estejamos atentos, até mesmo porque as "cobras humanas", além de se perfilarem à outras "cobras", que existem além da dimensão física (em referência a esta, na qual vivemos por hora), estão com os dias contados sobre a Terra (em quaisquer uma de suas dimensões). Pois, todas elas serão degredadas (exiladas) para outros mundos primitivos que existem na vastidão imensa da Casa do Pai, na conformidade e sintonia daquilo que se é ou do que nos fizemos ser, ou nos tornamos!

E nunca podemos esquecer: Podemos enganar a nós mesmos, podemos enganar aos outros, porém, jamais, conseguiremos enganar a Justiça Divina e a seus representantes!


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

SENSIBILIDADE PSÍQUICA


Fato inegável é que todos os seres humanos são dotados de uma mente. E, também, fato é que não se conhece com exatidão as potencialidades mentais dos seres humanos.


Somos seres sencientes. Por conseguinte, a questão é saber qual o grau de nossa lucidez mental. E, neste aspecto, podemos dizer: Depende de cada um e de sua caminhada ao longo das diversas Vidas. 

Resumindo: Não há como negar que todos nós somos seres perceptivos. Deste modo, todos nós, percebemos e, consequentemente, reagimos, mais ou menos, às ondas mentais uns dos outros e de seres que estão além da dimensão física (percebida por nós, através de nossos cinco sentidos). Em outras palavras, podemos ser mais ou menos conscientes das ondas mentais. E esta diferenciação perceptiva e reativa deriva de muitos fatores. Porém, um destes fatores que leva as pessoas a não terem consciência, com certeza, é o Estado Consciencial de Sono no qual a maioria dos seres humanos vivem mergulhados nele. Mas, busquemos exemplificar a situação no plano prático! 

Quando alguém fala de nós (não importa se bem ou mau), a percepção deste fato irá depender do Estado Consciencial em que o ser vive. Outro fator importante que não podemos perder de vista, nosso estado consciencial varia ao longo de um período de tempo. Mas, retomando a exemplificação: Digamos que o sujeito A fale de B para a pessoa C. Diante disto, a percepção da persona B dos fatos ocorridos, ou seja, sobre a conversa entre A e C sobre ele, irá depender de seu nível perceptivo. Ele poderá ter nenhuma consciência (percepção) do acontecido, poderá ter alguma consciência ou poderá ter total consciência.

Além disto, entre estes três níveis, ou estados, ou possibilidades e etc., conforme queiram definir, existem milhares de condições ou possibilidades intermediárias, variando tanto quanto existem diferenciação entre os indivíduos.

Muito bem, o fato de uma determinada pessoa não ter nenhuma consciência da ocorrência, não significa que ela não sentiu, ou não percebeu, o acontecimento em algum grau ou nível qualquer. Ou seja, sempre sentimos e vamos sentir! Explicando em outras palavras: Sempre percebemos! O problema é: Qual o nosso grau de lucidez, ou de desenvolvimento sensitivo ou de nossa sensibilidade psíquica para termos consciência ou não dos eventos ocorridos (ou que esteja acontecendo no momento)?

Na perspectiva contextual ora em pauta, acontece que estas percepções caíram a nível de inconsciente e com isto, ou por causa disto, passaram desapercebidos consciencialmente para a pessoa. Em outros termos: Não tomamos consciência da ocorrência. Entretanto, nem por isto, isto significa ou quer dizer que não tenhamos recebido as ondas mentais e daí termos deixado de reagir aos fatos, mesmo que inconscientemente. Sim, não percebemos a nível consciente, porém reagimos inconscientemente. E mais: Reagimos de diversos modos, a depender de cada um. Por exemplo, uns podem ficar irritados, sem motivos aparentes. Outros, ficam inquietos. Aqueloutros, sentem uma sensação estranha, um incomodo qualquer. Outros tantos, tem reações orgânicas, tais como: Orelha queimando, um incomodo na região da barriga, um calafrio pela espinha dorsal, um arrepio... E vai por aí afora...

As reações podem perpassar pelos níveis emocionais, psicológicos e orgânicos. Significa que podem ocorrer: Apenas a nível emocional, ou apenas no orgânico. Ou, em dois deles. Ou, ainda, nos três níveis ao mesmo tempo. Tudo isto dependerá das capacidades e do desenvolvimento psíquico de cada indivíduo. Por conseguinte, variando infinitamente!

Na segunda situação, significa que outras pessoas podem ter mais ou menos consciência dos fatos. Existem aquelas que se encontram à mercê destas circunstâncias, vivendo uma vida de sofrimentos, dificuldades e etc. Também existem aqueles que conseguem criar uma barreira, em maior ou menor grau, a depender de seu potencial, da capacidade alcançada pelo indivíduo, do amparo ou ajuda espiritual que recebem e etc..

Porém, o assunto é amplo e complexo e demandaria um livro se fôssemos abordar todas as possibilidades, nuances, situações e etc. Aqui, visamos apenas traçar algumas linhas gerais, somente para lançar algum esclarecimento ou trazer alguma luz em torno de um tema tão complexo, empolgante e muitíssimo interessante. Pelo menos, nós assim o consideramos!